Escola e família são parceiros na transmissão de valores Ji-Paraná, Rondônia

Analise a estrutura da formação acadêmica dos jovens. Saiba porque a aliança entre escola e família é produtiva no processo de aprendizagem. O autor examina a repetição dos exemplos paternos e a relação de pertencimento nas escolas.

Auto Escola Taveira
(69) 3238-2
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Escola e família são parceiros na transmissão de valores

ESCOLA E FAMÍLIA: PARCEIROS NA TRANSMISSÃO DE VALORES E NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE HUMANIZADA.

Por Luiza Ricotta

Pais e escola estão juntos na tarefa de transmitir valores necessários para a boa formação do indivíduo. Aos pais parece-nos extremamente natural que se ocupem disso, mas a escola ainda que repensando seu lugar nesse âmbito, parece-nos natural concebê-la como co-responsável pela orientação e formação do indivíduo.

A escola já não mais se presta a apenas dar o arcabouço teórico necessário do curriculum formal. Vêm ampliando seu papel junto à sociedade, lidando com o resultado direto das influências que a família produz em seus filhos. Educadores vêem refletidas nas crianças e jovens aquilo que em sua família as configura: seus valores, seu padrão relacional, seus conceitos em relação à própria escola e de como esta é valorizada ou não.

É a partir de como os alunos refletem seu comportamento na escola é que entendemos muito dos valores que seus pais emprestam aos seus filhos.

Nestas circunstâncias observamos o aspecto da qualidade e sua importância. Reconhecemos então que valores são estes, pois os vemos representados nas crianças e jovens, que, quando em contato com a filosofia e postura da escola, tornam-se deslocados – parecendo-nos supor que estes se utilizam da escola, assim como um produto de consumo, um espaço que está unicamente a favor de prestar um serviço aos pais.

Ora sem dúvida que a escola presta um serviço, inclusive para a sociedade como um todo, mas há o que acrescentarmos a isso: - que sua matéria prima é o desenvolvimento e formação de indivíduos.

Há crianças e jovens que criticam e tratam mal a própria escola pois não lhes foi ensinado o valor de respeito à escola e a importância de pertencer à ela.

Tratam-na como produto.

Isso tudo é muito simples de se enxergar: é visto na conduta da criança e do jovem perante a forma como ela respeita as regras, as normas, a maneira pela qual ela trata os funcionários, por vezes como seres invisíveis, nem dignos de um bom dia , tratando-os como aqueles que estão ali porque são pagos para isso. Agem assim na verdade porque não lhes foi ensinado o valor da dignidade e do trabalho.

Certamente não vêem seus pais agindo com cordialidade frente aos funcionários, e assim imitam o modelo que lhes é concedido.

Há que refletirmos:

- que valores os pais transmitem?

- que valores seus filhos imitam?

O interessante no processo da ação educativa é que ela não se encerra em si mesma, acaba indo além. Observemos aqueles alunos, que, têm na escola o locus de aprendizado dos valores. De um modo contrário, serão eles os transmissores dos valores aprendidos na escola, aos pais.

Podemos então compreender que quando a escola cumpre a missão, de transmitir valores essenciais e não negociáveis, ela acaba por educar também aos pais. É onde nossa ação educativa acaba por englobar a família do aluno.

Há alunos por exemplo que demonstram pouco ou nenhum cuidado e zêlo pelas dependêcias da escola. Jogam lixo no chão, não dão descarga no sanitário, riscam as paredes, deixam a torneira aberta, molham o rolo de papel higiênico. E isto não acontece em escolas públicas ou de periferia, é um acontecimento geral observado, tendo em vista, o valor associado à capacidade de vincular-se e estabelecer uma relação de respeito e afeto.

Assim como a cidadania, de se sentir fortalecido em suas raízes, a escola é um espaço que precisa ser valorizado como tal ela merece, pois ela promove o sentimento de pertencer, preechendo esta necessidade que nós seres humanos possuímos em relação às coisas, pessoas e situações, e que nos dão significado na vida.

Pertencer à uma escola é um valor por demais valoroso, é nossa segunda morada, é o local onde mostramos quem somos e o que precisamos nos tornar. E é pela participação dos educadores e todo pessoal envolvido na formação de uma criança e jovem é que sentimos o quanto de esforço, empenho e trabalho é reunido, para que estes princípios e a filosofia que envolve todo processo educacional seja concluído.

A aliança entre Família & Escola –

A família é o núcleo que processa, digere, e elabora as transformações que ocorrem num contexto social mais amplo.

Os temas tranversais à educação são parte do interesse escolar, envolvido pela qualidade da relação professor–aluno e pelas situações familiares que se expressam e interferem diretamente na postura da criança e jovem, ante a aprendizagem e nas relações com o professor, colegas e funcionários da comunidade escolar.

A aliança necessária entre escola e família parece-nos perfeita para servir de parâmetro para aqueles jovens que com certeza precisam refletir, de maneira que possam ter uma postura firme diante de temas tão controversos como a droga, o sexo precoce, as dúvidas frente a escolha profissional, enfim temas relacionados ao rumo de sua vida e ao próprio destino na sociedade que o aguarda.

A dificuldade entre as partes, vêm residindo no desconhecimento do que cabe à famíllia e do que cabe especificamente à escola.

O que vêm sendo solicitado por parte dos dirigentes da escola, é buscar um modo diferente de se reportar nas questões ligadas à família. Temos pais que procuram a escola ou têm na sua finalidade, um lugar seguro para que seus filhos sejam de certa maneira modelados e que recebam a educação que consideram adequada.

 

 

Que educação é esperada? –

O que é que vêm fazendo parte das expectativas dos pais, que a escola não sabe?

Os pais esperam mais que ensino formal?

Veremos então que limites a escola precisa manter da família e que pontes podem ser feitas para esta aproximação.

A aliança entre escola & família nos possibilita refletir sobre que modelo e que valores são necessários enfatizar na construção da personalidade e que limites podem ser construídos para que cada uma - tanto escola como família – possam de fato reconhecer o que cabe a cada uma.

Se ambas estiverem unidas e afinadas quanto aos valores que querem imprimir e transmitir aos seus alunos e filhos, haverá um laço de co-responsabilidade entre as partes, onde poderão então transmitir valores correlatos ao que um ser humano necessita, fazendo assim prevalecer aqueles aspectos que venham de encontro ao que um indivíduo possa responder frente às questões do mundo.

Geralmente uma escola é conhecida por seu método, pela sua linha pedagógica, por alguma característica específica, que lhe confere uma certa identidade assim como a família.

Ambas são responsáveis pelo processo de socialização tão importante à criança e ao jovem.

A ação da família em si não basta. Precisamos do espaço escolar para a ampliação de suas interações e desenvolvimento das potencialidades do Ser, experimentando atributos diferentes daqueles a que são estimulados na família.

Podem vivenciar situações distintas das familiares, respondendo às situações de formas diferentes, podendo inclusive criar e re-criar as suas relações.

A escola areja as relações intra familiares, já que a família não se esgota em si mesma, ela caminha para além. Neste caso, a escola e depois … a vida…...

A família destina à escola uma imensa diversidade de estilos e de culturas específicas, onde cada aluno revela a existência de um modelo de Ser. Representação esta da sociedade: - cosmopolita, diversa e plural.

 

 

O QUE MANTER E O QUE DESPREZAR?-

Compreender que valores serão desprezados e aqueles que devem fazer parte do repertório da escola acabará por influenciar positivamente as famílias, ao que se refere à uma postura ética que se vê fortalecida, quando há ressonância entre os polos principais da formação de indivíduos: a família e a escola.

Sendo assim, podemos esperar uma sociedade cujo futuro possa ser viável e humano.

∗ O tema deste artigo reflete o pensamento da autora no livro “Os Valores do Educador: Uma Ponte Para a Sociedade do Futuro” SP: Àgora Ed (2006)

LuizaRicotta

É psicóloga. Mestranda em psicologia pelo Mackenzie - SP. Profª universitária. Palestrante e articulista. Pós graduada (Profª Supervisora) em psicodrama pela Federação Brasileira de Psicodrama e em Terapia Famíliar pela PUC-SP.

 Autora de livros, entre eles: “Valores do Educador:Uma Ponte Para A Sociedade do Futuro”(2006); “Quem Grita Perde a Razão: a educação começa em casa e a violência também” 3ª edição; Àgora Ed.:SP (1999)“; O Vínculo Amoroso: a trajetória da vida afetiva”, 3ª edição; Àgora Ed.:SP (1995); “Me Separei! E Agora? A busca de uma nova identidade após o rompimento conjugal” 2ª ed. Àgora Ed.:SP. (2000); “Um Toque Interior: visões do coitdiano”, Lemos Ed.:SP (1997)

Organizadora e co-autora de “Educação e Desenvolvimento”, vol. 2 e “Psicodrama nas Instituições”, vol.1 – cadernos de psicodrama; Àgora Ed.:SP (1991, 1990)

Contato: E-mail: luizaricotta@ajato.com.br

Tels. (11) 9652 8496

ESCOLA E FAMÍLIA: PARCEIROS NA TRANSMISSÃO DE VALORES E NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE HUMANIZADA.

Por Luiza Ricotta

Pais e escola estão juntos na tarefa de transmitir valores necessários para a boa formação do indivíduo. Aos pais parece-nos extremamente natural que se ocupem disso, mas a escola ainda que repensando seu lugar nesse âmbito, parece-nos natural concebê-la como co-responsável pela orientação e formação do indivíduo.

A escola já não mais se presta a apenas dar o arcabouço teórico necessário do curriculum formal. Vêm ampliando seu papel junto à sociedade, lidando com o resultado direto das influências que a família produz em seus filhos. Educadores vêem refletidas nas crianças e jovens aquilo que em sua família as configura: seus valores, seu padrão relacional, seus conceitos em relação à própria escola e de como esta é valorizada ou não.

É a partir de como os alunos refletem seu comportamento na escola é que entendemos muito dos valores que seus pais emprestam aos seus filhos.

Nestas circunstâncias observamos o aspecto da qualidade e sua importância. Reconhecemos então que valores são estes, pois os vemos representados nas crianças e jovens, que, quando em contato com a filosofia e postura da escola, tornam-se deslocados – parecendo-nos supor que estes se utilizam da escola, assim como um produto de consumo, um espaço que está unicamente a favor de prestar um serviço aos pais.

Ora sem dúvida que a escola presta um serviço, inclusive para a sociedade como um todo, mas há o que acrescentarmos a isso: - que sua matéria prima é o desenvolvimento e formação de indivíduos.

 Há crianças e jovens que criticam e tratam mal a própria escola pois não lhes foi ensinado o valor de respeito à escola e a importância de pertencer à ela.

Tratam-na como produto.

Isso tudo é muito simples de se enxergar: é visto na conduta da criança e do jovem perante a forma como ela respeita as regras, as normas, a maneira pela qual ela trata os funcionários, por vezes como seres invisíveis, nem dignos de um bom dia , tratando-os como aqueles que estão ali porque são pagos para isso. Agem assim na verdade porque não lhes foi ensinado o valor da dignidade e do trabalho.

Certamente não vêem seus pais agindo com cordialidade frente aos funcionários, e assim imitam o modelo que lhes é concedido.

Há que refletirmos:

- que valores os pais transmitem?

- que valores seus filhos imitam?

O interessante no processo da ação educativa é que ela não se encerra em si mesma, acaba indo além. Observemos aqueles alunos, que, têm na escola o locus de aprendizado dos valores. De um modo contrário, serão eles os transmissores dos valores aprendidos na escola, aos pais.

Podemos então compreender que quando a escola cumpre a missão, de transmitir valores essenciais e não negociáveis, ela acaba por educar também aos pais. É onde nossa ação educativa acaba por englobar a família do aluno.

Há alunos por exemplo que demonstram pouco ou nenhum cuidado e zêlo pelas dependêcias da escola. Jogam lixo no chão, não dão descarga no sanitário, riscam as paredes, deixam a torneira aberta, molham o rolo de papel higiênico. E isto não acontece em escolas públicas ou de periferia, é um acontecimento geral observado, tendo em vista, o valor associado à capacidade de vincular-se e estabelecer uma relação de respeito e afeto.

 Assim como a cidadania, de se sentir fortalecido em suas raízes, a escola é um espaço que precisa ser valorizado como tal ela merece, pois ela promove o sentimento de pertencer, preechendo esta necessidade que nós seres humanos possuímos em relação às coisas, pessoas e situações, e que nos dão significado na vida.

Pertencer à uma escola é um valor por demais valoroso, é nossa segunda morada, é o local onde mostramos quem somos e o que precisamos nos tornar. E é pela participação dos educadores e todo pessoal envolvido na formação de uma criança e jovem é que sentimos o quanto de esforço, empenho e trabalho é reunido, para que estes princípios e a filosofia que envolve todo processo educacional seja concluído.

A família é o núcleo que processa, digere, e elabora as transformações que ocorrem num contexto social mais amplo.

Os temas tranversais à educação são parte do interesse escolar, envolvido pela qualidade da relação professor–aluno e pelas situações familiares que se expressam e interferem diretamente na postura da criança e jovem, ante a aprendizagem e nas relações com o professor, colegas e funcionários da comunidade escolar.

A aliança necessária entre escola e família parece-nos perfeita para servir de parâmetro para aqueles jovens que com certeza precisam refletir, de maneira que possam ter uma postura firme diante de temas tão controversos como a droga, o sexo precoce, as dúvidas frente a escolha profissional, enfim temas relacionados ao rumo de sua vida e ao próprio destino na sociedade que o aguarda.

A dificuldade entre as partes, vêm residindo no desconhecimento do que cabe à famíllia e do que cabe especificamente à escola.

O que vêm sendo solicitado por parte dos dirigentes da escola, é buscar um modo diferente de se reportar nas questões ligadas à família. Temos pais que procuram a escola ou têm na sua finalidade, um lugar seguro para que seus filhos sejam de certa maneira modelados e que recebam a educação que consideram adequada.

 

 

Que educação é esperada? –

O que é que vêm fazendo parte das expectativas dos pais, que a escola não sabe?

Os pais esperam mais que ensino formal?

Veremos então que limites a escola precisa manter da família e que pontes podem ser feitas para esta aproximação.

A aliança entre escola & família nos possibilita refletir sobre que modelo e que valores são necessários enfatizar na construção da personalidade e que limites podem ser construídos para que cada uma - tanto escola como família – possam de fato reconhecer o que cabe a cada uma.

Se ambas estiverem unidas e afinadas quanto aos valores que querem imprimir e transmitir aos seus alunos e filhos, haverá um laço de co-responsabilidade entre as partes, onde poderão então transmitir valores correlatos ao que um ser humano necessita, fazendo assim prevalecer aqueles aspectos que venham de encontro ao que um indivíduo possa responder frente às questões do mundo.

Geralmente uma escola é conhecida por seu método, pela sua linha pedagógica, por alguma característica específica, que lhe confere uma certa identidade assim como a família.

Ambas são responsáveis pelo processo de socialização tão importante à criança e ao jovem.

A ação da família em si não basta. Precisamos do espaço escolar para a ampliação de suas interações e desenvolvimento das potencialidades do Ser, experimentando atributos diferentes daqueles a que são estimulados na família.

Podem vivenciar situações distintas das familiares, respondendo às situações de formas diferentes, podendo inclusive criar e re-criar as suas relações.

A escola areja as relações intra familiares, já que a família não se esgota em si mesma, ela caminha para além. Neste caso, a escola e depois … a vida…...

A família destina à escola uma imensa diversidade de estilos e de culturas específicas, onde cada aluno revela a existência de um modelo de Ser. Representação esta da sociedade: - cosmopolita, diversa e plural.

 

Compreender que valores serão desprezados e aqueles que devem fazer parte do repertório da escola acabará por influenciar positivamente as famílias, ao que se refere à uma postura ética que se vê fortalecida, quando há ressonância entre os polos principais da formação de indivíduos: a família e a escola.

Sendo assim, podemos esperar uma sociedade cujo futuro possa ser viável e humano.

Luiza Cristina de Azevedo Ricotta

Psicóloga,ProfªUniversitária. Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento MacKenzie SP. Pós graduada em Terapia Familiar PUC SP e em Psicodrama como didata supervisor FEBRAP.Coach Performance Pessoal e Profissional Instituo Holos.

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