Dia Do Meio Ambiente Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Os efeitos sociais e ecológicos da globalização têm sido largamente debatidos pelos acadêmicos e líderes comunitários. A Gestão Ambiental visa ordenar as atividades humanas para que estas originem o menor impacto possível sobre o meio.Leia mais neste artigo.

Banestes S/A Banco do Estado do Espírito Santo
(27) 3383-1000
av Isabel,Prsa, 574, Bl B An 10, Centro
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Financeira Alfa S/A Crédito Financiamento e Investimentos
(27) 3227-7300
r Eurico de Aguiar,Dr, 888, Sl 3, Sta Lúcia
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Credserv Capitalização e Seguros Ltda
(27) 3314-1884
av Penha,N S, 699, Tor B An 11 Sl 1105, Pr do Canto
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Via Direta Promotora de Vendas Ltda
(27) 3223-2688
av Bley,Gov, 186, Sl 601, Centro
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
RealCred
(27) 3332-0417
Barrao de Itapemirim 178 / Lateral ao teatro carlos gomes
vitoria, Espírito Santo
 
Banco BMG S/A
(27) 3345-2155
r José Alexandre Buaiz, 160, Sl 604, Enseada do Suá
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
PFC CRÉDITOS E FINANCIAMENTOS
(27) 9931-7020
R. CARLOS MOREIRA LIMA
VITORIA, Espírito Santo
 
Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A
(27) 3331-4444
av Isabel,Prsa, 54, An 9, Centro
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Foccus Cobranças e Assessoria Jurídica
(27) 3340-0894
Rua Coronel Mascarenhas n.º 147
Vila Velha, Espírito Santo
 
Banco ABN Amro Real S/A
(80) 0770-2001
av Penha,N S, 570, Sl 210, Pr de Sta Helena
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Dia Do Meio Ambiente

 Em 1992, a Conferência do Rio elegeu a Agenda 21 como instrumento de construção do desenvolvimento sustentável, para conter a degradação ambiental e permitir a continuidade da vida no planeta. A Agenda 21 global apontou as condições da ordem mundial necessárias para a viabilização do desenvolvimento sustentável e estabeleceu os princípios para a construção das agendas 21 dos países, regiões, estados, cidades, de modo a que a adoção da sustentabilidade por todos os cidadãos do mundo pudesse mudar os rumos do crescimento econômico global ambientalmente predatório e socialmente excludente. A idéia que se consagrou foi "pensar globalmente e agir localmente".

No Brasil, desde 1981, a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, tendo, a dimensão ambiental, sido ainda mais fortalecida na Constituição de 1988, o que nos legitimou a sediar, em 1992, a citada Conferência, considerado o mais significativo evento diplomático do final do século XX.

Nos últimos anos, o país passou por um intenso processo de regulamentação e de institucionalização para o controle das atividades degradadoras, e de tentativa de internalização da proposta do desenvolvimento sustentável nos setores públicos e privados e no cotidiano dos cidadãos.

Este esforço de internalização, apesar dos resultados já colhidos pelas atitudes espontâneas de cada um dos setores, tem custado um pouco a fluir, dada à dificuldade natural de incorporação, pela sociedade, da inovação que representa construir agendas de compromisso para a sustentabilidade.

Os efeitos sociais e ecológicos da globalização têm sido largamente debatidos pelos acadêmicos e líderes comunitários. As análises feitas por eles nos mostram que a nova economia está gerando um sem-número de conseqüências danosas, todas elas ligadas entre si: o aumento da desigualdade e da exclusão social, o colapso da democracia, uma deterioração mais rápida e mais extensa do ambiente natural, e uma pobreza e numa alienação cada vez maiores.

A Gestão Ambiental visa ordenar as atividades humanas para que estas originem o menor impacto possível sobre o meio. Esta organização vai desde a escolha das melhores técnicas até o cumprimento da legislação e a alocação correta de recursos humanos e financeiros.

A utilização de agrotóxicos e prática de queimadas, por exemplo, deveriam ser rigorosamente proibidos, tendo em vista seus impactos nefastos sobre o meio ambiente. O primeiro, destruindo e poluindo o solo e subsolo e, o segundo sobre, contribuindo para o incremento do efeito estufa, e consequentemente, como as rápidas e severas mudanças climáticas.

Diante do cenário de degradação ambiental aliado com a desigualdade social que vivemos, precisamos refletir e agir , sobre o meio ambiente e a necessidade de buscarmos um novo modelo de desenvolvimento sustentável, para que o mundo utilize de maneira mais racional os recursos naturais e que também se busque uma melhor distribuição de renda, já que muitos dos problemas ambientais estão relacionados com a miséria.

Vininha F. Carvalho

Graduada em administração de empresas e economia, especializada em marketing turístico, com aptidão para produzir reportagens que envolvam questões na área ambiental ( incluindo ecoturismo) e relativas a animais, para veículos da mídia impressa e eletrônica. Atuante em entidades e projetos com enfoques social e ambiental.

Clique aqui para ler este artigo na Artigonal.Com