Dia Do Meio Ambiente Cabo Frio, Rio de Janeiro

Os efeitos sociais e ecológicos da globalização têm sido largamente debatidos pelos acadêmicos e líderes comunitários. A Gestão Ambiental visa ordenar as atividades humanas para que estas originem o menor impacto possível sobre o meio.Leia mais neste artigo.

Union Cred Promotora de Credito Financiamentos e Servicos S/s Ltda
(21) 2613-6664
r Conceição, 14, Centro
Niterói, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Banco Panamericano S/A
(21) 2109-9900
r Conceição, 38, Centro
Niterói, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Banco Cacique S/A
8001-77677
av Kennedy,Pres, 1660, Centro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro

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Cooperativa Habitacional
(21) 2488-2005
av Edgard Romero,Min, 244, Tr Lj 122, Madureira
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
pinhaltur viagenes e turismo ltda
(21) 2717-9349
av ernani doa amaral peixoto 60 sala 208
nlteroi, Rio de Janeiro
 
Boreal DTVM S/A
(21) 2107-3737
r Jardim Botânico, 518, An 4, Jd Botânico
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Banco Safra S/A
8001-51234
r José de Souza Herdy,Prof, 1160, Jd 25 de Agosto
Duque de Caxias, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
(21) 2555-0330
pr Flamengo, 200, An 4, Flamengo
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Banco Cacique S/A
8001-77677
r José Clemente, 11, Centro
Niterói, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Attos 2006 Serviços Fenanceiros Ltda
(21) 2620-4043
av Ernani do Amaral Peixoto, 36, Sl 1001, Centro
Niterói, Rio de Janeiro

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Dia Do Meio Ambiente

 Em 1992, a Conferência do Rio elegeu a Agenda 21 como instrumento de construção do desenvolvimento sustentável, para conter a degradação ambiental e permitir a continuidade da vida no planeta. A Agenda 21 global apontou as condições da ordem mundial necessárias para a viabilização do desenvolvimento sustentável e estabeleceu os princípios para a construção das agendas 21 dos países, regiões, estados, cidades, de modo a que a adoção da sustentabilidade por todos os cidadãos do mundo pudesse mudar os rumos do crescimento econômico global ambientalmente predatório e socialmente excludente. A idéia que se consagrou foi "pensar globalmente e agir localmente".

No Brasil, desde 1981, a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, tendo, a dimensão ambiental, sido ainda mais fortalecida na Constituição de 1988, o que nos legitimou a sediar, em 1992, a citada Conferência, considerado o mais significativo evento diplomático do final do século XX.

Nos últimos anos, o país passou por um intenso processo de regulamentação e de institucionalização para o controle das atividades degradadoras, e de tentativa de internalização da proposta do desenvolvimento sustentável nos setores públicos e privados e no cotidiano dos cidadãos.

Este esforço de internalização, apesar dos resultados já colhidos pelas atitudes espontâneas de cada um dos setores, tem custado um pouco a fluir, dada à dificuldade natural de incorporação, pela sociedade, da inovação que representa construir agendas de compromisso para a sustentabilidade.

Os efeitos sociais e ecológicos da globalização têm sido largamente debatidos pelos acadêmicos e líderes comunitários. As análises feitas por eles nos mostram que a nova economia está gerando um sem-número de conseqüências danosas, todas elas ligadas entre si: o aumento da desigualdade e da exclusão social, o colapso da democracia, uma deterioração mais rápida e mais extensa do ambiente natural, e uma pobreza e numa alienação cada vez maiores.

A Gestão Ambiental visa ordenar as atividades humanas para que estas originem o menor impacto possível sobre o meio. Esta organização vai desde a escolha das melhores técnicas até o cumprimento da legislação e a alocação correta de recursos humanos e financeiros.

A utilização de agrotóxicos e prática de queimadas, por exemplo, deveriam ser rigorosamente proibidos, tendo em vista seus impactos nefastos sobre o meio ambiente. O primeiro, destruindo e poluindo o solo e subsolo e, o segundo sobre, contribuindo para o incremento do efeito estufa, e consequentemente, como as rápidas e severas mudanças climáticas.

Diante do cenário de degradação ambiental aliado com a desigualdade social que vivemos, precisamos refletir e agir , sobre o meio ambiente e a necessidade de buscarmos um novo modelo de desenvolvimento sustentável, para que o mundo utilize de maneira mais racional os recursos naturais e que também se busque uma melhor distribuição de renda, já que muitos dos problemas ambientais estão relacionados com a miséria.

Vininha F. Carvalho

Graduada em administração de empresas e economia, especializada em marketing turístico, com aptidão para produzir reportagens que envolvam questões na área ambiental ( incluindo ecoturismo) e relativas a animais, para veículos da mídia impressa e eletrônica. Atuante em entidades e projetos com enfoques social e ambiental.

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