Coberturas de seguro em desastres Ji-Paraná, Rondônia

Uma pesquisa sobre cobertura de seguro para desastres naturais aponta que poucas empresas investem nessa proteção. Entenda as consequências e o custo-benefício para implantação. Conforme o artigo, diversas fontes relatam a possibilidade de que as empresas não seguradas podem correr risco de grandes prejuízos na área tecnológica.

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Coberturas de seguro em desastres

Este artigo científico trata de um assunto que, devido ao seu alto custo de implementação é praticado atualmente apenas por grandes grupos financeiros, empresas do ramo de mineração, de aço e por algumas indústrias automotivas. Apesar de ser um assunto pouco divulgado, ele é de extrema importância, visto que o mundo está muito mais suscetível às catástrofes naturais, panes e apagões de infra-estrutura. O termo “Disaster Recovery” significa recuperação em caso de desastre. Como as empresas cada vez mais são dependentes da tecnologia, esta se tornou fundamental para o controle, a produção, a manutenção da qualidade de serviços e produtos. Assim são montados grandes Centros de Processamentos de dados (CPD). Caso estes venham a ter as suas atividades interrompidas, por causa de um desastre natural e ou pane de infra-estrutura, esta interrupção vai provocar grandes perdas financeiras, paralisações de serviços públicos essenciais, podendo paralisar até mesmo a rede mundial de computadores (Internet). Apesar do risco, a maioria das empresas não investe neste serviço, pois entendem que o custo benefício é alto. Contudo o investimento neste serviço tem um retorno rápido, porque as perdas financeiras provenientes de uma paralisação por mais de 24 horas dos serviços de uma empresa que dependem da área de tecnologia, com certeza será superior aos custos de montagem do serviço de “Disaster Recovery”.

3. JUSTIFICATIVAS

O risco de paralisação em caso de um desastre natural ou de infra-estrutura, do fornecimento de produtos e serviços de empresas privadas ou dos serviços públicos prestados pelo Governo. Devido ao descaso e a falta de preocupação destes que não fazem investimentos que possam evitar prejuízos que afetem diretamente os cidadãos usuários dos serviços. Escassez de trabalhos científicos no mundo acadêmico que abordem este assunto, no sentido de definir o conceito, as características e a aplicação deste serviço.

4. PROBLEMA Como garantir a continuidade de serviços essenciais que possuem grande dependência com a tecnologia, na ocorrência de desastres naturais e ou de infra-estrutura?

5. OBJETIVO Demonstrar para empresas privadas e para o governo a importância, a viabilidade econômica, da adoção do serviço “Disaster Recovery”, provando que o retorno do investimento feito é obtido na primeira utilização deste serviço.

5.1. Objetivos intermediários

Apresentar um caso de implementação do serviço Disaster Recovery em uma grande empresa. Relatar os custos de implantação do serviço de Disaster Recovery. Demonstrar a estimativa de perda financeira, que pode ocorrer causada por uma paralisação dos serviços prestados. Comparar a estimativa da perda financeira com os custos de implementação do serviço de Disaster Recovery.

6. REFERENCIAL TEÓRICO

O serviço de Disaster Recovery, devido a ser de alto custo e de difícil implementação, não é muito pesquisado e também é pouco disseminado. Segundo Jardim, Antonio Serrano Nuno, 2007, as primeiras implementações deste serviço iniciaram-se na década de 90, em pequena escala por apenas poucas empresas, que consideravam o seu serviço prestado essencial e por isso não poderiam sofrer grandes paralisações. Porém, durante o período que antecedia a virada do século, por causa do enorme receio do mundo da tecnologia com a chegada do ano 2000, quando nesta data poderia ocorrer uma interrupção de alguns sistemas, por causa do famoso Bug do Milênio, o serviço de Disaster Recovery começou a ser mais disseminado e implementado em grandes empresas e até mesmo no Governo. Hoje o assunto é de conhecimento do mundo corporativo, que está trabalhando focado na implementação e divulgação deste serviço. O Disaster Recovery é um serviço de montagem de um novo centro de processamento de dados (CPD) com a duplicação de componentes e de recursos de sistemas críticos, em outro local, preferencialmente em um estado e cidade diferentes do centro de processamento de dados principal. Desta forma em caso de uma paralisação total do CPD principal, causado por qualquer motivo seja no local físico e de algum componente essencial ao funcionamento, ou um problema no estado e na cidade da sua localização, o serviço de disaster recovery habilita automaticamente o novo CPD, evitando que o usuário final dos serviços de tecnologia sinta o problema ocorrido. Possui um alto custo de implementação, é complexo para ser implementado, portanto, tem difícil aceitação pelos dirigentes das empresas, apesar de possuir um retorno de investimento rápido.

7. REFERENCIAS

TANENBAUM, Andrews. Redes de Computadores. São Paulo : Editora Campus , 2002;
TANENBAUM, Andrews. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo : Editora Prentice Hall, 2003;
MARQUES, Filipe Teixeira. Projeto de Infra-estrutura de TI pela Perspectiva de Negócio. Dissertação (Mestrado em Ciência da Computação) – Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Paraíba, 2006;
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. São Paulo: Editora Afiliada, 2003;
JARGON FILE - The on-line hacker Jargon File, version 4.4.7, Dec 2003. Apresenta técnicas e o vocabulário empregado pelos Hackers. Disponível em: http://www.catb.org. Acesso em: 16 abr. 2008.
ANDERSON, R. Why Cryptosystems Fail. Communications of the ACM, v.37, n.11, p.32- 41, 1994.
WIRZENIUS, Lars. Guia do administrador de sistemas Linux. São Paulo: Conectiva Informática, 1998 - Conectiva. Linux Conectiva Servidor Profissional. Editora: Conectiva. Paraná: 2001.
Maurice J. The Design of the Unix Operating System. New Jersey : Prentice-Hall, 1986. Jardim, Antonio Serrano Nuno, Disaster Recovery, São Paulo, Editora FCA Editora de informática, 2007
DURO de matar 4.0. Direção: Len Wiseman Len Wiseman. Produção: Michael Fottrell, John McTiernan, Arnold Rifkin e Bruce Willis. Intérpretes: Bruce Willis; Jeffrey Wright; Justin Long; Kevin Smith. Estados Unidos: 2007. 1 DVD (130 min.), som estéreo, color, legendado.

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