Carrapatos - Pequenos Só Em Tamanho Ji-Paraná, Rondônia

Os carrapatos são transmissores de doenças responsáveis por graves infecções nos homens. Existem 830 espécies de carrapatos que podem causar sérios danos, sendo um dos piores, o transmissor da Babesia. Conheça os métodos para evitar a contaminação do seu animal de estimação e da sua família também.

Dedet Extinserv
(69) 212-0299
av Governador Jorge Teixeira, 279, Nova
Porto Velho, Rondônia
 
Jonas Elias Conti
(69) 536-3523
al Arapongas, 1164, Setor 2
Ariquemes, Rondônia
 
Ferticampo
(69) 535-5327
al Pequia, 1336, Setor 1
Ariquemes, Rondônia
 
Dedet e Desrat JF Extintores
(69) 221-6366
av Calama, 1869, Arigolandia
Porto Velho, Rondônia
 
Waldeir Coxinha Detetizacao
(69) 536-2664
al Orquídeas, 2041, Setor 4
Ariquemes, Rondônia
 
Antônio Tavares Almeida
(69) 322-2464
r G, 5766
Vilhena, Rondônia
 
Imunizadora Brasil
(69) 223-0405
r Amazonas, 1626, Nossa Senhora Das Graças
Porto Velho, Rondônia
 
Emops Serviços e Comércio Ltda
(69) 221-0357
av Jorge Teixeira,Gov, 2295, Liberdade
Porto Velho, Rondônia
 
Boa Safra Com e Repres
(69) 535-2139
av Jamari, 3426, Setor 1
Ariquemes, Rondônia
 

Carrapatos - Pequenos Só Em Tamanho

Quando encontramos carrapatos em nossos animais, além do sentimento normal de repudio e nojo, nós devemos também ficar preocupados. A presença do carrapato por si só já é preocupante, afinal de contas, trata-se de um ectoparasito que está alimentando-se a custa do nosso animal, e o que é pior, do seu sangue.

Porém temos que ficar atentos a presença de um terceiro e não raramente um quarto elemento envolvido nesta cadeia alimentar. O carrapato pertence ao filo dos Artrópodes, grupo com maior número de espécies entre todos os animais, são aproximadamente 830 mil espécies, indicando a sua grande adaptação.

Comporta-se como vetor, ou seja, transmissor de muitas doenças, atingindo o homem e vários outros mamíferos, além de outras classes de vertebrados.

Uma das doenças transmitidas pelo carrapato que devemos dar muita atenção é a doença infecciosa causada pelo Babesia sp (figura), responsável pela famosa e perigosa doença como babesiose ou piroplasmose. Como já mencionamos atinge vários animais causando enormes prejuízos como os observados na pecuária, pois pertence ao complexo da tristeza parasitária, debilitando nosso gado. Entretanto, a Babesia canis, transmitida principalmente pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus, popularmente conhecido como carrapato do cão, parasita o interior das hemácias (células do tecido sanguíneo responsáveis pelo transporte de gases) levando a sua destruição, e consequentemente a diminuição destas células no cão, resultando em uma anemia hemolítica, que caso não seja prontamente tratada, leva o animal a morte.

Além da babesiose, o carrapato pode transmitir outra doença, cujo agente etiológico (causador) também se alberga nas células do sangue, como os leucócitos que são responsáveis pela defesa do organismo – trata-se da Ehlichia canis, agente da erliquiose.

A destruição dos glóbulos vermelhos pela Babesia leva a uma clássica apatia, caracterizando-se como um dos primeiros sinais clínicos apresentado pelo animal. Pode manifestar-se com maior ou menor severidade e até mesmo passar despercebida pois tudo depende da patogenicidade do agente causador e suscetibilidade do hospedeiro.

O carrapato ao picar o animal para alimentar-se de seu sangue, inocula saliva com anticoagulantes e caso esteja infectado, formas infestantes do protozoário (esporozoíta) estarão presentes na sua saliva atingindo assim a circulação. Estes protozoários invadem então as hemácias onde se reproduzem assexuadamente formando novas formas infestantes que invadem mais hemácias. Os carrapatos infeccionam-se ao sugar sangue do hospedeiro contaminado, passando o protozoário para seus ovos (transmissão vertical)

Além da apatia, podemos observar: febre, anorexia (perda da fome) que leva ao emagrecimento, mucosas sem a coloração característica, além de outras manifestações menos comuns que auxiliam o médico veterinário no correto diagnóstico.

Por tudo isto não devemos deixar de mencionar ao veterinário responsável pelo animal a ocorrência de carrapatos, independente de apresentar sintomas da babesiose. O veterinário suspeitando da infecção por este parasito deve solicitar um exame para comprovar sua presença (pesquisa de hematozoários) e caso seja positivo, iniciará o tratamento, que quando realizado no início dos sintomas, normalmente apresenta um bom resultado.

A melhor maneira de encarar esta doença é a prevenção, ou seja, dificultar ou impedir a presença do carrapato no animal. Para isto ocorrer devemos inspecionar frequentemente os pêlos do animal, utilizar produtos carrapaticidas indicado pelo veterinário para ser utilizado no ambiente e no animal, garantindo uma real eficácia do produto, evitando intoxicação no animal e diminuindo a seleção de carrapatos resistentes. Outra ação fundamental é manter a vegetação sempre cortada em praças e jardins.

Não se esqueça que a presença de carrapatos em nossos animais pode significar grandes problemas.

Figura: Hemácias de um cão com Babesia sp

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