Antigo e novo código da PNL Balneário Camboriú, Santa Catarina

O presente artigo a respeito do antigo e o novo codigo da PNL. Para ninguém é um segredo que os dois principais criadores da PNL romperam suas relações pessoais e profissionais já há bastantes anos. Saiba mais no artigo abaixo.

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Antigo e novo código da PNL

Por L.J. Linder

Quando John Grinder e Richard Bandler, junto de alguns de seus amigos, como Robert Dilts e Judith Delozier, deram forma aos primeiros balbucios da PNL , estabeleceram as bases sobre as que anos depois e seguindo um processo de desenvolvimento lógico, a PNL foi adquirindo maturidade e novos desenvolvimentos. À primeira época se conhece como o “código antigo” e “novo código” aos últimos desenvolvimentos levados a cabo. Para ninguém é um segredo que os dois principais criadores da PNL romperam suas relações pessoais e profissionais já há bastantes anos. Cada um deles, junto de seus colaboradores, foi criando novas perspectivas e desenvolvimentos. Os desenvolvimentos que se iniciaram a partir da ruptura se conhecem como “novo código”.

O Código antigo se baseou em uma síntese das aplicações da terapia Gestalt, as investigações de Gregory Bateson sobre Sistemas e os padrões de linguagem da lingüística (o metamodelo). A isso se acrescentou como em um excelente coquetel, umas gotículas de hipnoses ericksoniana e umas pinceladas de terapia familiar de Virginia Satir. A pergunta que se faziam os primeiros Programadores Neurolinguisticos era ” Como você sabe?, como você sabe que isso é assim?”. E ante uma resposta qualquer, se fixavam em como se movimentavam seus acessos oculares: ” você vê, ouve ou você sente?”. Quando um compreendia como o fazia, podia, conseqüentemente, mudar os padrões. A síntese entre os acessos oculares e suas respostas em nível psicofisiológico, os padrões de linguagem e os estados internos eram uma bomba frente à psicoterapia tradicional, já que conseguia mudanças rápidas e duradouras em pouco tempo.

O antigo código desenvolveu muitas técnicas, como o Swich! E também técnicas que baseadas na mudança de submodalidades, curavam fobias em minutos e faziam esquecer lembranças tenebrosas da infância em segundos. Isso estava bom. Os psicoterapeutas tradicionais começaram a desconfiar. Como era possível que algo que a eles lhes custava três anos para curar, na PNL lhe bastassem dez minutos? A explicação era simples. As psicoterapias tradicionais buscavam o “insight” aprofundando nos níveis mais internos do inconsciente, com anos e anos de busca, enquanto a PNL se centrava nos processos e conseguia os mesmos resultados em poucas sessões.

O novo código se desenvolveu quando alguns Programadores Neurolinguisticos começaram a se perguntar como se podia fazer uma descrição de algo que já tinha sido especificado com outro código. E descobriram novos elementos para acrescentar ao código antigo. Por exemplo, a idéia de “estado”. Que estados interiores são os que fazem com que uma pessoa obtenha sucesso em algum aspecto de sua vida? Se eu copiar esses estados interiores, eu também posso conseguir esse sucesso. Isto levou à idéia do “modelamento”. Richard Bandler trabalhou muito sobre modelamento. Qual fisiologia, representações e crenças necessitam se para copiar um modelo que funciona? O que tenho que mudar em meus estados internos se, por exemplo, quero desprender-me de uma depressão? Para estar deprimido necessito adotar uma fisiologia, uma respiração, uma postura e algumas crenças que me levem à depressão. Se mudar alguns desses aspectos, o que acontecera com a depressão? O mais provável é que desapareça. Como é o meu diálogo interno quando estou em um momento de máxima excelência?

O passo seguinte foi à idéia da relação entre mente consciente e “mente inconsciente”. O terceiro aspecto foi falar do equilibro entre a prática e a espontaneidade. Passar da incompetência inconsciente à “competência inconsciente”. O quarto aspecto foi desenvolvido por Robert Dilts e consistiu nas “posições perceptuais”. Desde onde tomo consciência do que ocorre? Desde mim mesmo, desde o ponto de vista de meu interlocutor ou desde o ponto de vista de um observador? O quinto aspecto tem a ver com a atenção. Onde fixo minha atenção em meu interior ou no exterior? Se fixar minha atenção em meu interior vou ser consciente do que ocorre, por exemplo, em meu corpo, em meus órgãos. Isto me leva também a diferenciar entre minha referência interna, o que eu deduzo pela minha própria experiência, da referência externa, o que dizem os demais sobre as coisas.

O sexto aspecto é a idéia de “filtro”, e, por último, o sétimo aspecto são as “descrições múltiplas”. Mas estes aspectos serão motivo de um novo artigo.

Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!

Fonte: http://www.pnlnet.com/chasq/a/1764

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