Administração de Empresas - O Que É Estratégia? Itajaí, Santa Catarina

Vamos definir e compreender o que é estratégia para que não se confunda com o que são técnicas de Gestão. O posicionamento estratégico, que era considerado a alma da estratégia, hoje é rejeitado. Saiba mais sobre este artigo.

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Administração de Empresas - O Que É Estratégia?

O QUE É ESTRATÉGIA?

Estratégia é a criação de uma posição única e valiosa que engloba um conjunto diferente de atividades. Significa fazer escolhas de posicionamentos competitivos.

Mas não é só isso!

Com base em alguns artigos e matérias, vamos definir e compreender o que é estratégia para que não se confunda com o que são técnicas de Gestão.

Para isso há a necessidade de alguns esclarecimentos.

Hoje em dia com a alta competitividade e a globalização de negócios, as empresas, tem que se tornarem cada vez mais competitivas e responderem rapidamente às mudanças e exigências do mercado para obterem maior eficiência, economia e desenvolvimento para que possam continuar a evoluir. As empresas cada vez mais precisam e têm a necessidade de acompanharem e se compararem as suas concorrentes e muita competência para se manterem à frente delas.

O posicionamento estratégico, que era considerado a alma da estratégia, hoje é rejeitado, por ser demasiadamente estático devido às mudanças dos mercados e das tecnologias.

De acordo com uma nova doutrina, empresas podem copiar as estratégias de seus rivais, mas as vantagens competitivas são temporárias. Esta teoria é apenas meia verdade e extremamente perigosa, que conduzem a empresa a seguir um caminho da competição destrutiva. As barreiras à entrada de novos competidores estão caindo à medida que leis se tornam mais flexíveis e os mercados cada vez mais abertos. As empresas procuram ser cada vez mais independentes e ágeis. Mas, em muitas indústrias o que uns chamam de hiper-concorrência não é o resultado inevitável de uma mudança no paradigma∗ competitivo.

∗Paradigma- É a representação do padrão de modelos a serem seguidos, um pressuposto filosófico, ou seja,

uma teoria, um conhecimento.

A raiz do problema encontra-se na incapacidade de se diferenciar entre a eficiência operacional e a estratégia. A procura de produtividade, qualidade e velocidade, tem provocado o aparecimento de inúmeras técnicas de gestão:

qualidade total; benchmarking (busca das melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior); time-based competition (tempo baseado na competição); outsourcing (em inglês “out” quer dizer fora e “sourcing” significa fonte, designa a ação que existe por parte de uma empresa em obter mão de obra fora da empresa, ou seja terceirização); parcerias estratégicas; reengenharia; e gestão de mudança. Apesar de sua aplicação gerar melhorias operacionais, muitas empresas revelam incapacidade em traduzir estes ganhos em vantagens sustentáveis; pouco a pouco, quase sem se dar conta as técnicas de gestão tem tomado o lugar da estratégia.

1-Eficiência operacional não é estratégia

A eficiência operacional e a estratégia são essenciais ao desempenho excelente que é objetivo principal de qualquer organização. Mas ambas funcionam de maneiras diferentes. Para uma organização vencer e ultrapassar seus concorrentes deve preservar uma característica única. Terá que proporcionar aos consumidores ou criar valor a custos mais baixos, ou fazer as duas coisas. O fato de proporcionar maior valor aos consumidores, permite à organização cobrar preços mais altos. Uma maior eficiência significa custos unitários de produtos ou bens mais baixos.

No final, todas as diferenças entre as organizações em termos de custos ou preços, advêm de um conjunto de atividades necessárias à criação, produção, venda e entrega de seus produtos ou serviços. Custos são gerados pelo exercício de atividades, e as vantagens desses custos surgem do desempenho dessas atividades de forma mais eficiente do que a concorrência. Do mesmo modo, a diferenciação surge tanto da escolha de uma atividade única ou da forma com ela é executada.

Portanto as atividades são os fatores chave da vantagem competitiva. A vantagem ou desvantagem de uma organização resulta do conjunto de suas atividades e não apenas de algumas.

Portanto, a eficiência operacional resulta em exercer atividades semelhantes melhor que os seus concorrentes. Inclui todo o tipo de praticas que permitem a uma organização utilizar, da melhor forma, seus recursos, reduzindo defeitos de produtos ou desenvolvendo produtos melhores e mais rapidamente. Ao contrário, posicionamento estratégico significa exercer atividades diferentes dos concorrentes ou atividades semelhantes de modo diferente.

As diferenças na eficiência operacional das organizações são marcantes.

Algumas organizações conseguem obter mais dos seus recursos, pois eliminam esforços redundantes, empregam tecnologia mais avançada, motivam melhor seus funcionários ou possuem melhor competência para gerir uma atividade particular ou um conjunto de atividades.

Essas diferenças operacionais explicam as diferenças entre rentabilidade de organizações concorrentes.

As diferenças, na eficiência operacional, foi o trunfo usado pelos japoneses para desafiar empresas ocidentais nos anos 80. Os Japoneses encontravam-se tão mais desenvolvidos que seus concorrentes em termos de eficiência operacional, que ofereciam baixos custos e qualidade superior, simultaneamente.

O que antes era considerado um trade-off∗, verificou-se ser uma ilusão criada por uma fraca eficiência operacional. Os gestores estão aprendendo a rejeitar estes falsos trade-offs.

∗trade-off – uma expressão que define uma situação em que há conflito de escolha. Caracteriza-se em uma ação econômica

que visa a resolução de um problema, mas acarreta outro, obrigando a uma escolha. Quando se abre mão de um bem ou

serviço distinto para obter outro bem ou serviço distinto.

É necessário uma continua melhoria na eficiência para se atingir uma rentabilidade superior. Mas, isso nem sempre é o suficiente. Poucas organizações conseguiram competir com base na eficiência operacional durante um período de tempo muito longo. A razão para isto é a rápida difusão de melhores práticas. As concorrentes podem facilmente imitar ou copiar técnicas de gestão, novas tecnologias, melhorias na produção e os modos originais de satisfazer as necessidades dos clientes. As soluções genéricas difundem-se ainda mais rapidamente. Repare na proliferação das técnicas de eficiência operacional recomendadas pelos consultores.

O segundo motivo que melhorou a eficiência operacional- a convergência competitiva – é insuficiente. Quanto mais as organizações fazem benchmarking, mais se parecem umas as outras. Quanto mais os concorrentes fazem o outsourcing de suas atividades a terceiros mais capazes, mais genéricas se tornam essas atividades.

Á medida que os rivais imitam ás técnicas uns dos outros, qualidade, ciclo de produção, alianças e parcerias com fornecedores, as estratégias convergem-se e a concorrência torna-se uma série de corridas em que todos seguem o mesmo percurso e ninguém ganha.

Concorrência baseada só na eficiência operacional é mutuamente destrutiva, dando origem a guerras desgastantes que só acabarão quando se limitar a concorrência. Com isso, ocorre as fusões, e essas fusões só faz sentido neste contexto da concorrência pela eficiência operacional. Motivadas por pressões em seu desempenho, mas com fraca visão estratégica, as organizações não encontram idéias melhores do que comprar suas concorrentes.

Com isso, as empresas sobreviventes são aquelas que engoliram suas concorrentes, não as que possuem vantagens competitivas.

Resumindo. Após décadas de lucros impressionantes com a eficiência operacional, muitas organizações enfrentam agora uma redução drástica dos lucros. A idéia de efetuar melhorias continuas, ficou gravada nas mentes de seus administradores. Mas estas técnicas levaram as organizações para a imitação e homogeneidade.

Gradualmente, os administradores têm deixado a eficiência operacional suplantar a estratégia. O resultado é um jogo de soma nula, em que os preços são estáveis ou decrescentes e as pressões sobre os custos cada vez maiores, o que compromete a capacidade de investir no negócio a longo prazo.

NBDESOUSA

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