A mudança não é uma necessidade é uma obrigação Maracanaú, Ceará

Para nós que temos a convicção necessária de que só com uma mudança podemos empreender a evolução e o crescimento que precisamos para atrair felicidade. Logo falo de crescimento, mas crescer não significa chegar às alturas esticando nossos corpos. Veja mais no artigo abaixo.

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A mudança não é uma necessidade é uma obrigação

A mudança não é uma necessidade, não é uma opção; é uma obrigação…

… para nós que temos a convicção necessária de que só com uma mudança podemos empreender a evolução e o crescimento que precisamos para atrair felicidade, amor, prosperidade e progresso em todos os âmbitos das nossas vidas.

E esclareço: quando digo que é uma “convicção” é porque a decisão de aceitar ou não a mudança é um poder absoluto que cabe só a nós, pois ela se inicia nos nossos modelos mentais, na nossa maneira de pensar e, sobre isso tudo, só nós temos o controle. Quando digo “necessária”, refiro-me a que quando não aceitamos esta realidade, quando não aceitamos a mudança, ficamos encerrados em ciclos de contínuas experiências repetitivas que nos perturbam ou acabam por encerrar-nos na mediocridade e no conformismo, ou na tristeza e na desesperança.

E quando falo de “evolução” não estou falando da possibilidade de que saiam “asinhas” nas nossas costas; as asas se desenvolvem nos nossos pensamentos e elevarão as nossas ambições e a visão das nossas próprias vidas por ilimitados e abundantes espaços do universo. E lá encontraremos nossos próprios espaços individuais onde desenha definida e claramente nossos objetivos e metas, nossa visão de vida; definir nossos sonhos.

Logo falo de crescimento, mas crescer não significa chegar às alturas esticando nossos corpos, senão fazer crescer a força dos nossos corações, a riqueza da nossa personalidade, a determinação e a coragem das nossas ações, para assim conseguir o crescimento que nos leve para a altura de todos nossos sonhos, sem importar quão altos eles estejam, e poder alcançá-los. Estou convencido destas idéias e por isso hoje quero compartilhá-las.

Em algumas ocasiões tenho recebido mensagens –e estou ciente desta posição- em que me dizem que o que escrevo é irreal, que são palavras que pertencem a um mundo de ilusão e fantasia. Eu mesmo, às vezes, tenho pensado isso. Sei que antigamente algumas pessoas liam minhas propostas e em algum momento se sentiram “enjoadas” de tanto ler sobre “céus despejados” quando realmente as nuvens não param de aparecer nas nossas vidas. É por isso que estou escrevendo isto, pois também tenho que encarar muitos problemas e sinto tristeza ao ver a dor e a frustração, e inclusive os momentos de fraqueza de pessoas que aprecio, algumas ao meu redor, outras conhecidas nos espaços que a Internet nos oferece, mas todas próximas em carinho e sentimento.

Desde a perspectiva de quem tem encarado e ainda encara muitos desafios e inseguranças, adversidades e contradições, só me resta insistir em compartilhar aquilo no que acredito e que tive que experimentar. A única maneira de alcançar mudanças positivas nas nossas vidas é aceitando a mudança, com todo o desconforto e todas as turbulências que isso possa representar nas nossas vidas. Comecemos pelos menores detalhes, comecemos por nossos pensamentos. A mudança é movimento e o movimento atrai oportunidades para nossas vidas.

Todos merecemos, podemos e devemos ser felizes, viver em prosperidade e abundância, amar e ser amados. Cultivemos no nosso entorno e, sobre tudo, no nosso interior, o terreno fértil para aceitar estas benções nas nossas vidas. Iniciemos a mudança.

Para terminar gostaria de compartilhar o seguinte artigo anônimo que, em um momento preciso, teve um impacto positivo na minha vida e ainda hoje o tenho sempre presente:

MUDE!

“Mas comece aos poucos, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, do outro lado da mesa.
Mais para frente troque a mesa.
Quando sair procure andar pelo outro lado da rua. Depois mude o caminho, ande tranqüilamente por outras ruas e observe com atenção os lugares por onde passa.
Pegue outros ônibus. Mude por um tempo o estilo das roupas; dê os sapatos velhos e procure andar descalço durante alguns dias, mesmo que seja só dentro de casa.
Dedique uma tarde inteira a passear livremente, escutar o canto dos pássaros e o barulho dos carros. Abra e feche as gavetas e as portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Depois, tente dormir em outras camas.
Assista outros programas de televisão, leia outros livros, viva outros romances, nem que seja só na imaginação. Durma mais tarde.
Deite-se mais cedo.
Aprenda uma palavra nova cada dia.
Coma um pouco menos, coma mais um pouco, coma coisas diferentes: escolha novos molhos, novas cores, coisas que nunca se atreveu a experimentar.
Almoce em outros lugares, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre o pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, ceie mais tarde, ou vice-versa.
Experimente o novo a cada dia: o novo lado, o novo método, o novo sabor, a nova maneira de fazer algo, o novo prazer, a nova posição.
Eleja outro mercado, outra marca de sabonete, outra pasta de dentes.
Tome o banho em outros horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear por outros lugares.
Ame cada vez mais, de maneiras diferentes. Mesmo quando pense que a outra pessoa pode assustar-se, sugira o que sempre sonhou fazer na hora do sexo.
Mude de bolsa, de carteira, de malas. Compre novos óculos. Escreva outros poemas.
Abra uma conta em outro banco. Freqüente outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus. Mude.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais parecido com o que esperava da vida, mais digno, mais humano.
Se não encontrar razões para ser livre, invente-as: seja criativo.
Aproveite para fazer uma viagem, modesta, mas longa e, se possível, sem destino.
Experimente coisas novas. Mude novamente. Mude de novo. Tente outra vez.
Com certeza você conhecerá coisas melhores e coisas piores das que já conhece, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda e VOCÊ ESTÁ VIVO!”

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