A educação Está Cada Vez Mais Precária Rio Branco, Acre

Mediante as tendências educacionais, faz se necessário que os professores e futuros professores que só pensamos na avalaiação mudemos nossa posição. Porque a educacao esta cada vez mais precaria? Qualificacao dos professores ou falta de recursos ? Analise este tema, clique aqui.

Colegio Vitoria Ltda
(68) 3028-8090
r Guiomard Santos I, 2, Qd 13, Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
H O Anton Me
(68) 3223-7562
r Benjamim Constant, 166, Centro
Rio Branco, Acre

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O & T Empreendimentos Ltda Me
(68) 3226-6959
av Nações Unidas, 1919, Estação Experimental
Rio Branco, Acre

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M.s.n. Dantas -me
(68) 3222-7622
r Venezuela, 90, Habitasa, Cerâmica
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Conselho Escolar Eufrosina Silva Oliveira
(68) 3228-4615
r Sete de Setembro, s/n, Sn, Placas
Rio Branco, Acre

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Conselho Escolar Luiz de Carvalho Fontenelle
(68) 3224-9891
r Henrique Dias, 535, Escola, Bsq
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Conselho Escolar Dra Ana Turan Machado Falcao
(68) 3221-2099
r Conceição,N S, s/n, Sn, Quinze
Rio Branco, Acre

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M. B. Empreendimento Educacional Ltda
(68) 3226-2231
av Nações Unidas, 1995, Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Conselho Escolar Menino Jesus
(68) 3224-1143
r Deodoro,Mal, 212, Centro
Rio Branco, Acre

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Conselho Escolar Eufrosina Silva Oliveira
(68) 3228-4615
r Sete de Setembro, s/n, Sn, Placas
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A educação Está Cada Vez Mais Precária

 "Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública"

Anísio Teixeira (1900-1971), educador brasileiro

O século que inicia prenuncia uma mudança radical no trabalho docente. As pesquisas emergentes sugerem o esgotamento da pedagogia hegemônica (teoria da transmissão de conteúdos, conhecida também por Pedagogia Auditiva, Pedagogia Tradicional ou Pedagogia da Exclusão). Para darmos conta de todos os aspectos do aprender, temos que considerar um cenário epistemológico, integrando conceitos tais como: sistemas complexos e adaptativos, sistemas aprendentes, parâmetro dinâmico e auto-organizativos, etc. São conceitos que transmigram de diversas áreas da ciência e vêm questionar a atividade docente.

Diante dos resultados que obtemos nas escolas, percebemos que ainda prevalece a educação tradicional, situação em que os educandos são medidos por quantidades de acertos e nunca por qualidade, nunca na sua individualidade. Sabemos que toda a avaliação dita objetiva é também subjetiva, pois há um sujeito elaborador do instrumento de avaliação. E sabemos também que sem o subjetivo o objetivo perde sentido. Porém este tem reações bizarras quando são avaliados. Fator este percebido na última prova para efetivar professores. Imagine em um total de 26.000 inscritos somente 111 tiraram nota 10 e o restante se recusaram a fazer a prova, porque? Será que não sabiam dissertar sobre o que convivem no seu dia a dia? As "provas", priorizando a dimensão cognitiva, construída segundo níveis de dificuldades, são o terror dos estudantes, motivos de traumas e desistências. E foi isto o que aconteceu com aqueles que se dizem donos do saber, se viram na mesma condição do educando. Este segundo porém mesmo com a possibilidade de errar , tem a coragem de submeter-se a este martírio chamado "prova" ou "avaliação" que seja, o professor a referência de um conhecimento que o aluno aceita ou não segundo a utilidade que este tenha no seu projeto de vida. Concluimos então que ao contrário de "impor" conhecimentos, devemos fazer com que os alunos dialoguem com os conhecimentos, isto é, visar uma cabeça bem feita e não cabeça bem cheia. Pois só os professores é que tem legitimidade para não querer ser avaliados, assim podem continuar a colocar fora da escola os alunos que não têm uma conduta correta, em vez de se esforçarem por melhorar esses alunos; assim se explica o abandono escolar que nós temos. Os professores usam a escola apenas para seu proveito, e não mexem uma palha para melhorar o ensino. Para quê esforçar-se se sem trabalho chegam ao topo da carreira. Mediante as tendências educacionais, faz se necessário que nós professores e futuros professores que só pensamos na avalaiação quantitaiva do aluno mudemos nossa posição no olhar para estes alunos . Isto porque quando chega a vez de nós sermos avaliados fugimos, como ratos, fazemos manifestos inconcebíveis.Ou seja, o professor deve deixar o papel de protagonista, e assumir o papel de mediador destes conhecimentos e aprender junto, deixando prevalecer em suas aulas espaços que surjam inquietações em que os educandos confrontam seus conhecimentos, tornando-os assim sujeito ativo da construção de seu aprendizado. Este professor busca interatividade com seus alunos propõe o conhecimento, não o transmite. Em sala de aula ele é mais que instrutor, treinador, parceiro, conselheiro, guia, facilitador, colaborador. Ele é formulador de problemas, provocador de situações, arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência do conhecimento. Ainda segundo os autores este professor deve saber motivar o seu aluno ; entretanto para que passe este conhecimento e este tenha efeito positivo , faz se necessário este novo professor que seja pesquisador, para assim motivar conhecimentosComo já dito antes este novo professor é promotor de conhecimentos, e ao mesmo tempo em que ensina, ele aprende, ele respeita as diferenças pessoais de seu alunos e está sempre atento em suas aulas, percebendo onde tem que melhorar e está sempre em busca de novos conhecimentos, disponibiliza domínios do conhecimento para que os alunos possam construir seus mapas e conduzir suas explorações, individualmente e em cooperação, na sala de aula presencial e/ou à distância.Como já dito antes este novo professor é promotor de conhecimentos, e ao mesmo tempo em que ensina, ele aprende, ele respeita as diferenças pessoais de seu alunos e está sempre atento em suas aulas, percebendo onde tem que melhorar e está sempre em busca de novos conhecimentos, disponibiliza domínios do conhecimento para que os alunos possam construir seus mapas e conduzir suas explorações, individualmente e em cooperação, na sala de aula presencial e/ou à distância.

NILZA MARIA DE OLIVEIRA CARNEIRO

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