A PNL e a cura de doenças Camaragibe, Pernambuco

Como afirmamos em artigos anteriores, todo comportamento tem uma intenção positiva. E no caso das doenças não é diferente. Podemos interpretar uma doença como sendo uma mensagem que parte de uma pessoa e a ela mesma é dirigida. Veja mais no artigo abaixo.

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A PNL e a cura de doenças

  • Parte 1
  • Parte 2
Parte 1

Como afirmamos em artigos anteriores, todo comportamento tem uma intenção positiva. E no caso das doenças não é diferente.

Podemos interpretar uma doença como sendo uma mensagem que parte de uma pessoa e a ela mesma é dirigida. Assim sendo, uma dor de cabeça, depois de um dia muito estressante, pode conter uma mensagem como “descanse um pouco”, “relaxe”, etc.

A maioria das pessoas está habituada a desconsiderar as mensagens contidas nas doenças ou dores e a buscar alívio imediato dos sintomas (através de analgésicos, por exemplo).

Se imaginarmos que a dor (ou o sintoma) é um apelo de uma das partes de uma pessoa, se ela não o escuta, então aquela parte poderá começar a “gritar”, ou seja, seus sintomas poderão piorar. É assim que aquela “dorzinha” se transforma num quadro mais grave.

Sempre que negligenciamos o apelo de nossas partes internas, e o termo partes aqui se refere tanto a partes orgânicas como àquelas partes de nossa personalidade, desrespeitamos nossa ecologia interna, aquela que busca o nosso equilíbrio (leia o artigo anterior).

Por exemplo, M. trabalha em uma empresa e suas atividades têm sido bastante desgastantes nos últimos meses. Ele nota que está mais cansado do que antes, no final do dia, mas atribui isso ao calor, e assim “vai levando”. Há dias em que sente dor de cabeça e então toma um analgésico (qualquer um que estiver à mão). O alívio costuma ser imediato, mas em geral M. necessita de outra dose após algumas horas. Ultimamente ele tem notado que está com dificuldades para respirar quando sobe escadas. É bem verdade que tem fumado muito, pois o cigarro é a única alternativa que ele conhece para driblar a ansiedade. Ele promete a si mesmo parar de fumar e fazer exercícios - promessa essa que é sempre adiada: “No ano que vem…”, “Nas férias…”, ou “Na segunda-feira, sem falta…”. Até que um dia ele tem um infarto.

No exemplo acima, as partes internas de M. fizeram de tudo para avisá-lo que ele não estava se respeitando, que ele precisava descansar e cuidar melhor de si mesmo. Como ele não ouviu, suas partes “gritaram”.

Desta forma, uma doença não é algo que acontece a alguém, como se viesse de fora, mas um processo que tem início na própria pessoa, sinalizando que seu equilíbrio foi perturbado e que algo precisa ser feito para restaurá-lo.

É fato que quando as pessoas estão mais fragilizadas, deprimidas ou estressadas, ficam muito mais suscetíveis a doenças. Condições ambientais adversas, pensamentos e sentimentos negativos e persistentes, tudo isso contribui para o aparecimento de doenças.

No caso de pacientes com câncer, em geral observa-se que eles enfrentaram algum evento estressante entre seis e dezoito meses antes do aparecimento da doença. Pode ser, por exemplo, a morte de uma pessoa próxima, chegada da aposentadoria, ou ainda quando os filhos saem de casa ao ingressarem na universidade.

Com isso não estamos afirmando que toda pessoa que enfrentar um estresse ficará doente. O que faz a diferença aqui é a maneira como cada um reage ao estresse. Que alternativas dispõe para lidar com a situação, que saídas encontra.

Também as crenças que uma pessoa possui são determinantes para o aparecimento de doenças. Se alguém acredita que fumar provoca câncer, ou seja, se a cada vez que acender um cigarro reforçar a idéia de que ele vai matá-lo, provavelmente desenvolverá a doença. Possivelmente isso explique por que há pessoas que fumam e que não têm câncer, ao passo que outras, que não fumam ou que há muito tempo deixaram de fumar, adoecem e morrem dessa doença. Todavia esclarecemos que não basta afirmar “Comigo isso não acontecerá”. Uma crença é algo muito mais forte do que uma simples afirmação.

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