A Bioética Nos Limites Da Ayahuasca Formosa, Goiás

Institutos de ayahuasca devem conhecer seus limites e aplicar principios da bioetica para protecao aos animais e outras especies de vida. O mundo animal confirma a existência do equilíbrio dos ecossistemas integrantes da vida ambiente. Entenda mais sobre Bioetica neste artigo.

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A Bioética Nos Limites Da Ayahuasca

A BIOÉTICA NOS LIMITES DA AYAHUASCA

No conceito completo da bioética: o Meio Ambiente (Eco), as espécies animal (Zoo), e o ser humano (Antropo), formam a pirâmide do Antropoecozoocêntrico – termo cunhado por Roriz (JC e-mail 3147, 2006).
Nesse neologismo o Meio Ambiente, as Espécies animal, e o Homem, são fatores que se destacam fazendo a interface entre si, ao mesmo tempo que se ressaltam duplamente um sobre o outro, de forma ser inconcebível a existência de um sem o outro – os fatores se entrelaçam e até cria redundância conceitual.
O primeiro, Meio Ambiente, representa o cenário da vida, ao mesmo tempo que é o habitat aonde vive as espécies de vida, das quais a ética está centrada nos ecossistemas.
Meio ambiente é a base das formas de vida existente no planeta.
O mundo animal confirma a existência do equilíbrio dos ecossistemas integrantes da vida ambiente.
O homem é a inteligência racional que reflete sua própria consciência e responsável pela sustentabilidade ética da Bioética dos fatores mencionados na pirâmide do Antropoecozoocêntrico.
Dada a este absolutismo racional do homem, ele lança seu olhar antropocêntrico sobre a gestão da natureza de forma prepotente como proprietário majoritário das Espécies de Vida e do Meio Ambiente.
Sendo o homem e a mulher os responsáveis ‘conscientes” pela ordem e progresso da humanidade, tem eles a responsabilidade de prezar por aqueles que não possuem livre consentimento, sejam racionais ou irracionais.
Também se enquadram no grupo denominado “sem livre consentimento” os seres racionais mas em estado de saúde abalada – inconsciente, ou em estado consciente mas impedidos por força de lei.
É da responsabilidade da Bioética defender e proteger espécies que não possuem o livre consentimento como os animais irracionais, de igual modo a própria espécie (homo sapiens) quando impedidos por questões de saúde ou legais.
Nos centros oasqueiros aonde servem a ayahuasca quase sempre cria-se animais soltos! ovíparos e mamíferos, que pela negligência humana tem acesso ao lixo dessa bebida contido nos copinhos de plásticos (50 a 100 ml).
Quase sempre quando se faz a ingestão desse chá, os adeptos com freqüência deixam o soberbo que representam o resto da bebida deixada nesses copos.
Animais domésticos e insetos (mosquitos, baratas, abelhas, bezouros, etc) lambem restos de ayahuasca e certamente experimentam algum nível de estado alterado neurológico
A bebida ayahuasca é um sonífero, entorpece o “estado objetivo” com maior e menor grau dependendo da sensibilidade de seus usuários.
De acordo com panhuasca.org.br (Internet, 2008), o consumo da ayahuasca faz surgir imagens tipicamente hipnagógicas, modificações do humor e das emoções devido à elevação dos níveis de serotonina no sistema nervoso central.
De acordo houaiss (2008), Serotonina é uma substância (C10H12N2O) encontrada nos tecidos e fluidos dos vertebrados e invertebrados, com propriedades similares às que possuem as drogas alucinógenas; hidroxitriptamina, vasoconstrito
Sendo assim a ingestão da ayahuasca provoca vômitos e diarréias no ser humano pelo efeito da serotonina no intestino.
A enzima “MAO” presente no sistema digestivo destroi diversas mono-aminas contidas nos alimentos e com isto protege diversa funções cerebrais. A ayahuasca inibe momentaneamente a MAO e penetra na corrente sangüínea e sistema nervoso central provocando alteração na consciência (panhuasca.org.br, Internet, 2008).
Os animais domésticos e invertebrados, como sujeitos aleatórios de pesquisa, ao lamberem os copinhos melados de ayahuasca poderão experimentar reações de aumento dos níveis de serotonina, e outras reações adversas, ainda não aprofundadas pela ciência.
Num bate papo de oasqueiro, cito um dos exemplos de descuidos ou negligência, de um cavalo que se apoderou de uma porção de ayahuasca e teve reações esquisitíssimas de sons, comportamento, fisiologia facial, mostravam os dentes e dobrava os berços, dava pinotes, e até quando se aquietou..
A reação dos que ouviram esse “papo” foi de risos e chacotas, enquanto o animal passou por experiência indesejada, imoral, e de desrespeito aos aspectos éticos .
Animais não possuem livre consentimento para se servirem de sujeito de pesquisa da ayahuasca em centros religiosos, ademais em instituições que não tem o cunho científico na obtenção de resultados para o avanço da ciência.
Quando se utiliza animais em experiências cientificas – procedimentos que são rejeitados por uma parcela da sociedade, esses passam por uma preparação protocolar metodológica ética de seus pesquisadores, ao contrário desses casos de ingestão por descuido de amostras encontradas no lixo.
A ética na bioética do uso da ayahuasca tem que ser ressaltada, conhecida e disseminada entre seus dirigentes e usuários para que se estabeleça limites e cuidados com o lixo para não resultar em impactos indesejados e inconseqüentes ao Meio Ambiente, às Espécies, e ao próprio Homem de forma indireta.
Informações levantadas na rede mundial de computadores indicam que as pesquisas com a ayahuasca podem e devem ser aprofundadas (interdisciplinar), uma vez que o uso apareceu na década de 70 nas áreas urbanas e foi avaliado para fins religiosos.
Institutos de ayahuasca devem conhecer seus limites e aplicar princípios da bioética para proteção aos animais e outras espécies de vida.
Portanto, sendo o Meio Ambiente, as Espécies Animal, e o Homem, fatores que se entrelaçam nos impactos provocados pela inobservância da ética nos estudos da bioética, a CONAD e a ANVISA haverão de estabelecer normas que limitem ou disciplinem o manejo de experiências humanas com a ayahuasca.

Carlos André Cursino Roriz
Mestre em Desenvolvimento Sustentável pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB)

carlos andre cursino roriz

Mestre em desenvolvimento sustentável pela Universidade de Brasília - DF. Bacharel em Ciências Econômica.

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