A Bíblia de Gutenberg e a tipografia Sinop, Mato Grosso

A invenção da tipografia é o tema histórico desse artigo. Compreenda as mudanças sociais provocadas com a impressão dos livros. Saiba mais sobre o inventor João Gutenberg.

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A Bíblia de Gutenberg e a tipografia

Desde o início dos tempos, ohomem procurou-se comunicar com os seus semelhantes. Ao juntar as letras, ohomem criava palavras e, ao juntar palavras, criava frases, transmitindo assim,a sua história e as suas idéias aos seus descendentes.

Depois de criarmos umalfabeto e uma linguagem precisamos acima de tudo, um suporte físico paraestes.

ASuméria uma das civilizaçõesmais antigas da humanidade o livro era um tijolo de barro cozido, com textosfeitos com auxílio de objetos em formato de cunha, daí o nome cuneiforme.Esse tipo de escrita é datado em tono de 3500anos A.C e é o primeiro registro humano de escrita.

A evolução deste registrodeu-se no Egito com os rolos de papiro que poderiam chegar a vinte metros decomprimento, escritos com hieróglifos.

Com o surgimento dopergaminho, feito geralmente de pele de carneiro, tornou-se possível o fabricode livros como os que hoje conhecemos, contudo diferentes dos atuais no tamanho, pois eramenormes, e caros, já que necessitavam de várias peles.

Mais tarde,embora conhecido há muito tempo na China, o papel chega à Europa, onde oslivros eram reproduzidos pelas mãos de monges copistas. A perfeição coma qual os monges copistas executavam seu trabalho alongava em vários anos afinalização de um livro.

Como eram raros e muitocaros praticamente só os monges sabiam ler  e eram cultos. Dedicavam-se aoensino, junto aos mosteiros, que eram freqüentados não só por aqueles queviriam a ser religiosos, mas também por alguns filhos de nobres e alguns comerciantesricos.

É nesse cenário que entra emcena Gutenberg, sabe-sepouco sobre seus primeiros anos de vida, o ano do seu nascimento é estimado porvolta de 1400. Nasceu entre 1393 e 1405, na cidade de Móguncia (Alemanha),batizado Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutemberg, mas vamos chamá-loapenas de João Gutenberg.

Tanto o seu pai como os tioseram funcionários da Casa da Moeda do arcebispo de Móguncia, sendoprovavelmente ali que tenha aprendido a arte da precisão em trabalhos de metal.Mudou-se para Estrasburgo onde permaneceu vários anos, trabalhou comojoalheiro, onde dominou a arte da construção de moldes e da fundição de ouro eprata; por essa experiência os seus tipos eram excelentes, inclusiveartisticamente.

Depois de regressar aMogúncia, associou-se com um comerciante que o financiou para realizar aimpressão da Bíblia. Para Gutenberg, o Projeto Bíblia foi à obra de sua vida.Não somente o significado deste livro, mas também a sua extensão foiconsiderável. A obra de dois volumes compreende 1.282 páginas com 42 linhascada – daí provém a abreviação B-42 para a Bíblia de Gutenberg temaproximadamente 3 milhões de caracteres. Esta impressão da Bíblia integra o Antigoe o Novo Testamento. Durante 3 anos, de 1452 até 1455, Gutenbergtrabalhou com 20 colaboradores na obra.

Com cada letra composta àmão, e com cada página laboriosamente colocada na impressora, tirada, seca edepois impressa no verso, parece quase impossível que alguém tivesse coragempara começar. Do ponto de vista econômico, foram custos consideráveis, que,contudo, valeram à pena.

Dessas sobreviveram em tonode 48 cópias (avaliado em pelo menos 20milhões de dólares a unidade), esses exemplares encontram-se em museus e umaencontra-se nas mãos de Bill Gates (co-fundador da Microsoft).

No entanto o primeiro livroa ser impresso com tipos móveis de metal não foi a Bíblia, ao contrário do quemuitos pensam, mas sim uma coletânea dos ensinamentos de Buda impressa na Coréiaem 1377.

As técnicas dos mongescoreanos e de Gutenberg são distintas, o que leva os estudiosos a presumir quea notícia possa ter chegado à Europa no século 15, mas dificilmenteinfluenciado Gutenberg. Enquanto os asiáticos produziam seus tipos em bronze oucobre, os de Gutenberg eram de chumbo.

A invenção da tipografia comcaracteres móveis, inicialmente foi considerada bem vinda pela Igreja Católicacomo uma maneira mais eficaz de vender indulgências, até então negociadas comrecibos feitos a mão, chegando-se a imprimir mais de 200 mil delas.

Jamais lhe passaria pelacabeça de João Gutenberg que um livro impresso poderia abalar a fé fosse dequem fosse, ou ainda ser capaz de tirar o sossego e o emprego dos mestres dosaber. Ao contrário, pensou ele, imprimir o Livro Santo era fixar as suaspalavras divinas bem fundo na mente dos homens. Tratava-se de um pilar da fé,não uma remoção da estaca que sustentava a crença nos céus.

Com a invenção de Gutenberg,o monopólio da Igreja e da nobreza sobre ciência e poder encontrava-se noinício de seu fim; o Humanismo ganhava terreno de forma imparável. A Françarevolucionária do século XVIII trataria Gutenberg como o "primeirorevolucionário e benfeitor da humanidade".

Graças a esta extraordináriainvenção, foi possível imprimir uma série de livros e torná-los acessíveis atodas as pessoas, espalhando assim a cultura e o saber por todo o mundo.

Os livros dão resposta àsnossas dúvidas, fazem-nos esquecer momentos, às vezes, tão difíceis! Aliteratura de modo geral amplia e diversifica nossas visões e interpretaçõessobre o mundo e da vida como um todo.

Fontes

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/gutemberg.htm

http://www.museutec.org.br/linhadotempo/inventores/johann_gutemberg.htm

http://tipografos.net/historia/gutenberg.html

http://www.imultimedia.pt/museuvirtpress/port/frame1.html

http://www.minerva.uevora.pt/stclara/pp03-04/alunos/6f/comunica/introd.htm

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